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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Trabalhos da disciplina Expressão Plástica


                                                               Tecnica da colagem






                                                          Tecnica da fotocópia

Elaboração de instrumentos musicais reciclados

     Maracas

Material necessário:
  • 2 copos de iogurte;
  • Uma mão de arroz
  • Cola;
  • Tintas;
  • Pinceis.
    Num-Num

Material necessário:
  • 1 garrafa de 1.5 L;
  • Papel celofane (papel de rebuçado);
  • Rolo papel de cozinha;
  • 1 balão;
  • Tintas;
  •  Pinceis

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Orientadores globais para os educadores....

As diferentes etapas que caracteriza a intervenção profissional de um educador, são as seguintes:
  • Observar -  cada criança e o grupo para conhecer as suas capacidades, interesses e dificuldades.
  • Planear -  o processo educativo de acordo com o que o educador sabe do grupo e de cada criança.
  •  Agir -  concretizar na acção as suas intenções educativas, adaptando-as as propostas das crianças e tirando partido e opurtunidades inprevista.
  • Comunicar:o conhecimento que o educador adquir na criança e o modo como eta evolui é enriquecido pela partilha com  adultos que também tem responsabilidades na sua educação como por exemplos os pais;
  • Articular:cabe ao educador promover a continuidade educativa num processo nu processo marcado pela entrada para a educação pré-escolar e a transição para o ensino obrigatório;
  • Avaliar: avaliar os processos e os efeitos que implicam tomar consciencia da acção para adequar o processo educativo às necessidades das crianças e do grupo e à sua evolução.


terça-feira, 22 de novembro de 2011

Exercicio de Escrita criativa

A paixão que tenho por ti…

Num dia de nevoeiro ia eu a caminho da ponte quando vi na lua uma rosa que representava a minha paixão por ti.
Andando pela rua lembrei-me de como éramos apaixonados, pensei em ter um castelo brilhante com aias e sem bruxas onde eu era a rainha.
Ao passar do tempo comecei por sentir um aperto como se tivesse tido um encontro com a morte, mas com sorte encontrei a minha saída para este jardim verde.
Sentindo o teu desprezo, nesta luta de paixão, vejo os meus direitos, sem rumo no teu coração.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Poema


Era uma vez....

O pintainho pia,pia,
pia,pia sem parar.
Quando sai pra passear
pia até não aguentar.
O irmão achou legal
e foi logo imitar
aí imitaram 2,3,
e logo já passou dos 6.
O gato escocês
comeu todos de uma vez
a festança que ele fez
nunca mais teve outra vez
e depois toda esta história
virou "era uma vez".


quarta-feira, 9 de novembro de 2011

História da Branca de Neve

Num dia frio, sentada a janela estava uma rainha a bordar. Sem querer espetou uma agulha no dedo, e cai três gotas de sangue, no chão. Então a rainha olhou para fora da janela, e fez um pedido:
-Quero ter uma filha de pele branca como a neve, de cabelos pretos, e de lábios vermelhos como o meu sangue. 
Alguns meses depois, a rainha deu a luz uma menina tal e qual como tinha desejado, e resolveu chama-la Branca de Neve. A rainha morreu, quando a sua filha ainda era bebe. O rei chorou largos meses, ate que conheceu uma princesa que pelo o seu olhar, só tinha vaidade, malvadez e orgulho. 
Essa rainha má, passava o dia em frente ao espelho, a perguntar:
- Espelho meu, espelho meu, haverá alguém mais bela que eu?
E o espelho, que era mágico, dizia:
- Não rainha, você é a mais bela.
Ao crescer, Branca de Neve ficava cada vez mais esbelta. Certo dia, a rainha ouviu do seu amigo espelho, uma resposta que não esperava:
-Espelho meu, espelho meu, haverá alguém mais belo do que eu?
- Sim, existe outra muito mais bonita.
- Ah! Quem e essa atrevida?
- Branca de Neve! – Respondeu o espelho
A rainha má  ameaçou tirar a vida a branca de neve .
Temendo pela sua vida Branca de Neve refugiou – se na floresta na casa dos 7 anões.
Foi muito bem recebida pelos seus anõezinhos. Todos os dias, como de costume, os anões saíam para trabalhar e deixavam Branca de Neve a cuidar da casa.  Enquanto isso a rainha preparava um plano bombástico.
Transformando-se na bruxa mais horrível e má possível. A bruxa aproveitou a bondade da branca de neve, e transformou se numa velhinha.
Fazendo de conta que tinha muita sede, pediu água a branca de neve, pois não bebia água a muito tempo, Branca de Neve deu-lhe um copo com água, em troca a velhinha deu uma maça vermelhinha da cor dos seus lábios.
A Branca de neve não queria aceitar, mas a velhinha insistiu tanto que a ela aceitou e deu uma trinca, mas infelizmente a pequena Branca de Neve não resistiu e caiu no sono da morte.
A velhinha saiu as gargalhadas, deixando-a caída no. Os anões chegaram nessa altura viram, a velhinha passar a bruxa, e estranharam o que é que e ela faria ali.
Seguiram na até que ela caiu de um penhasco, e nunca mais foi vista.
Os anões regressam a casa esperando ver que nada de mal estivesse acontecido a branca de neve. Ao vê-la pensaram que estivesse morta e choravam muito tristes.
Construíram então um caixão de vidro, no qual Branca de neve repousava enquanto os seus anões se despediam dela.
Não a conseguindo enterrar ficaram por momentos em silencio.
Aparece então um jovem em cima de um cavalo branco,era o príncipe. Maravilhado pela beleza de branca de neve aproxima-se cada vez mais e no meio daquele sono profundo a que ela estava condenada, dá-lhe um beijo apaixonado. Imediatamente Branca de Neve desperta do sono da morte e vai embora com seu príncipe, agradecendo aos anões por tudo que fizeram por ela. 

Teatro de Marionetas


Género teatral cuja representação é feita pelo manuseamento de títeres (boneco que se move por cordéis e engonços), movimentados por alguém que se encontra fora do alcance visual do espectador.
Ao que tudo indica, o teatro de marionetas,existiu em quase todas as civilizações e em quase todas as épocas.Este género de teatro é um dos instintos mais antigos da espécie humana.

Este teatro tradicional, constitui um verdadeiro drama cósmico, nacional, familiar, individual. Ao mesmo tempo, a marioneta dispersa e une o povo, canalizando, por assim dizer, o poder das suas paixões no leito das tradições e lendas comuns.

A marioneta carrega-se, a ela própria, de todas essas forças e acaba por deter um imenso poder mágico. Gasta, envelhecida, passando do Teatro para o antiquário, considere-se que a marioneta conserva a sua virtude secreta. A marioneta soube exprimir aquilo que ninguém teria ousado dizer sem máscara: é heroína dos desejos secretos e dos pensamentos ocultos, é a confissão discreta de si mesmo aos outros e de si a si mesma.
Aqui...